Lembro-me de o ver sentado. A parede caiada de um armazém servia-lhe de encosto. Vestia de negro. Sempre de negro. Olhava para o fim da sombra que o cobria. Naquele muro imposto à planície ele era único. Alguns cabelos rebelavam-se contra o homem e assumiam a cor da parede. Olhou-me, os músculos da cara revolveram-se, ...